TSD integram a delegação do PSD presente nas comemorações do 1º de maio da UGT

A UGT levou, este ano, as comemorações do Dia do Trabalhador a Figueiró dos Vinhos. A central sindical dedicou o 1º de Maio à região Centro e aos territórios atingidos pelos incêndios de junho passado. O Secretário-geral dos TSD integrou a delegação dos TSD que estave presente nas comemorações do 1.º de maio da UGT em Figueiró dos Vinhos. A delegação era integrada também pela vice-presidente da CPN, Elina Fraga e ainda apelo vogal da CPN e presidente da Distrital de Leiria do PSD, Rui Rocha.

Pedro Roque Oliveira participou ainda, na parte da manhã, num ato simbólico em que se prestou homenagem aos bombeiros da região no quartel doe Bombeiros de Castanheira de Pêra. Uma iniciativa que contou com a presença dos três presidentes de câmara das regiões afetadas pelos incêndios de 2017, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos e Pedrogão Grande, os comandantes das três corporações de bombeiros, com os bombeiros sobreviventes do acidente com o autotanque e com o secretário-geral da UGT, Carlos Silva que foi o promotor da iniciativa. Seguiu-se a deslocação a uma empresa de serração da região de Figueiró dos Vinhos que perante o flagelo dos incêndios manteve os 45 postos de trabalho, estando actualmente a laborar a 40 por cento da sua capacidade. De seguida, a comitiva partiu para a zona onde ocorreu o embate do autotanque dos bombeiros de Castanheira de Pêra e que vitimou o bombeiro Gonçalo Conceição e feriu outros quatro bombeiros. Neste local, a UGT com a presença dos três presidentes de câmara e os comandantes do Bombeiros Voluntários das corporações das três regiões depositou uma coroa de flores, prestando um minuto de silêncio em memórias das vítimas.

Após a hora de almoço deu-se início às festividades e aos aguardados discursos político-sindicais. A presidente Lucinda Dâmaso (TSD) destacou o compromisso que a UGT assumiu, de não esquecer zonas de baixa densidade que “precisam de ser olhadas de outro modo”, onde as pessoas tenham as mesmas oprtunidades e onde os serviços públicos continuem a existir. Lucinda Dâmaso garantiu que a central sindical não descansará enquanto "todos os portugueses não forem olhados de igual modo”.

Antes de apresentar as reivindicações da central sindical, Carlos Silva anunciou o donativo dos Presidentes do sindicato LIUNA 183, Jack Oliveira, e do sindicato da Construção civil de Toronto, Joel Filipe, de um cheque no valor de 35 mil dólares canadianos destinado às corporações de bombeiros da região.

Nas mensagens transmitidas no seu discurso, destaque para a defesa da redução do IRC à taxa de zero por cento, durante um período inicial de três anos, passado gradualmente para uma taxa reduzida, como forma de garantir a atração de empresas no interior. A ideia é ter “como contrapartida a obrigação de criar postos de trabalho, sendo que uma parte deles deve ser com contratação a termo”, destacou o líder da UGT. “Mais do que falar do passado, importa hoje falar do futuro, do que importa fazer para que outras populações sejam atraídas para o interior do País e alterem o ciclo de muitas décadas de desertificação, de envelhecimento das populações e de baixa natalidade, de falta de investimento público e privado que fixe jovens e atraia outros. Porque viver no interior não é uma fatalidade”.

Ainda durante o discurso, o líder da UGT, perante um jardim com milhares de pessoas, propôs um compromisso de Concertação Social para que a chaga da precariedade seja combatida e erradicada gradualmente. Defendeu também o aumento do salário mínimo nacional para os 615 euros em 2019 e a necessidade de aumento dos salários na Função Pública e o descongelamento das carreiras.

Sublinhou que a UGT “nunca teve receio das lutas, preferindo a mesa das negociações. Mas quando a via do diálogo conduz a resultado zero, então chega o momento de ir para a rua. E é isso que acontecerá nos próximos dias”, alertou Carlos Silva, referindo-se à greve convocada pela FESAP (Federação dos Sindicatos da Administração da Saúde e de Entidades com fins públicos) para os dias 2 e 3 de maios para o sector da Saúde, e para a de dia 4 de maios dos trabalhadores não docentes da Educação. Da mesma maneira que apoiará a manifestação nacional dos professores, de dia 19 de Maio, em Lisboa.

¡Atenção! Este sitio usa cookies e tecnologías similares.

Se não alterar as configurações do seu Browser, está a concordar com o seu uso. Learn more

I understand

Lei n.º 46/2012

(...)

Artº 5

1 - "O armazenamento de informações e a possibi-lidade de acesso à informação armazenada no equipamento terminal de um assinante ou utilizador apenas são permitidos se estes tiverem dado o seu consentimento prévio, com base em informações claras e completas nos termos da Lei de Proteção de Dados Pessoais, nomeadamente quanto aos objetivos do processamento.

2 — O disposto no presente artigo e no artigo anterior não impede o armazenamento técnico ou o acesso:
a) Que tenha como única finalidade transmitir uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas;
b) Estritamente necessário ao fornecedor para fornecer um serviço da sociedade de informação solicitado expressamente pelo assinante ou utilizador.

(...)