Comunicado do Conselho Nacional -Os Portugueses exigem Mudança

Por mais publicidade que seja feita a essas medidas, os portugueses duvidam da sua
eficácia, da competência e do rigor dos governantes e ainda mais dos seus resultados.
As últimas mudanças ziguezagueantes de discurso, de comportamento e de políticas
do governo, só servem para aprofundar a desconfiança dos cidadãos em relação
ao Primeiro Ministro.

Quem foi arrogante e prepotente durante quatro anos e meio e agora à beira de
eleições tenta fazer-se passar por dialogante, tolerante e com “coração”, só revela
oportunismo político e tacticismo eleitoral, porque “não é do pé prá mão” nem por
magia que uma pessoa muda tão profundamente.

Os trabalhadores portugueses conhecem bem o Primeiro Ministro e a sua governação
neo-liberal, com resultados concretos:

• 600 mil desempregados, mais 200 mil do que quando chegou ao governo;
• menos poder de compra dos salários e das pensões;
• mais pobreza e mais exclusão social;
• maiores desigualdades sociais entre os portugueses;
• mais trabalho precário e sem direitos sociais;
• mais impostos e maiores sacrifícios para as famílias e para as micro, pequenas e
médias empresas;
• mais dificuldades para os jovens entrarem no mercado de trabalho e organizarem
a sua vida e a sua família;
• menos concertação social e menos importância dos parceiros sociais;
• atacou os funcionários públicos, fragilizou a Administração Pública e não fez a sua
Reforma;
• e, de um modo geral, a sua governação foi marcada por uma prática em que o trabalhador
aparecia normalmente como o “mau da fita” e os poderosos como os
“bons”.

Estes são os resultados concretos do governo dito socialista e de esquerda. Nunca
antes houve um governo tão anti-social.

É neste quadro que os TSD, certos de interpretarem o sentimento da maioria dos
trabalhadores portugueses, esperam uma mudança de políticas e da prática governativa,
capaz de devolver a esperança, a ética e o rigor à política e de apoiar a economia
real para criar emprego e riqueza em ordem a ser distribuída com justiça.

2. Os TSD aprovaram também um documento contendo os seus contributos para o
Programa Eleitoral do PSD, centrado nas três áreas principais da sua acção política e
laboral – Economia e Emprego, Educação e Saúde.

Este documento já foi entregue à Direcção Nacional do PSD.

3. Finalmente, o Conselho Nacional ratificou os nomes apresentados às Comissões
Políticas Distritais respectivas e à Comissão Política Nacional, para poderem integrar
as listas do PSD à Assembleia da República.

Lisboa, 18 de Julho de 2009
O Presidente da Mesa do Conselho Nacional dos TSD

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