CN TSD em Santarém foi Notícia na Comunicação Social

O secretário-geral dos TSD, Arménio Santos, disse à agência Lusa que o estudo realizado, "com base em dados estatísticos", visou demonstrar que o primeiro-ministro socialista, José Sócrates, "está a falsear números" e "a reclamar para si criação de emprego a que o Governo é alheio".

"O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou que, desses 150.000, foram já criados 133.700 postos de trabalho, mas na realidade eles correspondem na sua maioria a situações de sub-emprego", afirmou.

Segundo disse, numa comparação dos números de portugueses a trabalhar no estrangeiro no primeiro trimestre de 2005 (27,5 mil) com os relativos ao segundo semestre de 2008 (63,3 mil), os TSD concluíram que "há mais 36.000 pessoas a trabalhar no estrangeiro", sobretudo na Galiza, Badajoz e Ayamonte.

Por outro lado, há 28.000 pessoas a trabalhar entre uma a dez horas por semana e 40.000 empregadas a tempo parcial, fazendo com que sejam consideradas activas.

A esses números, os TSD acrescentam as 29.700 pessoas a trabalhar em centros comerciais e call centers.

"Tudo somado dá os 133.700 postos de trabalho anunciados" pelo Governo, afirmou, considerando que o que o primeiro-ministro invocou "como um grande feito" não é mais que "uma mistificação, uma mentira".

Arménio Santos apontou "outra engenharia" em curso com as verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

Segundo disse, o Governo atribuiu os primeiros 2.500 milhões de euros, dos 8.000 milhões para formação, pelas escolas e instituições que fazem formação profissional, porque os desempregados e jovens que frequentem essas acções tornam-se activos reduzindo os números do desemprego nas estatísticas.

"Esta estratégia de recorrer ao QREN é uma forma administrativa e de engenharia habilidosa para fazer descer o desemprego", afirmou.

MLL.

Lusa/fim


PSD: Ferreira Leite acusa PS de "originalidade" de "governar por anúncios"

27 de Setembro de 2008, 14:23

Santarém, 27 Set (Lusa) -- A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou hoje o PS de "governar por anúncios", uma "originalidade" que, afirmou, "já chegou ao extremo de anunciar que vai anunciar".

Manuela Ferreira Leite encerrou hoje o Conselho Nacional dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD), que decorreu em Santarém, acusando o Governo da "verdadeira originalidade" de, ao contrário do que normalmente acontece em véspera de eleições, "não mostrar obra, porque senão teria de mostrar as estatísticas, que são um desastre".

"Em vez disso, anuncia que vai fazer e já chegou ao extremo de anunciar que vai anunciar", disse, dando como exemplo o ministro das Finanças ter "anunciado que vai anunciar" medidas para a regulação do mercado financeiro.

A líder social-democrata afirmou que o Governo socialista tem ainda "outra originalidade", a de fazer "oposição à oposição".

"Está-lhes no sangue. É um caso nunca visto", disse, considerando "masoquismo puro" pedir ao PSD que os critique e que "apresente ideias, propostas".

Manuela Ferreira Leite apontou como "exemplo do que não deve ser feito em política, e o PS fê-lo", a indicação de "um número certo" de criação de novos postos de trabalho.

No seu entender, o anúncio da criação de 150.000 novos postos de trabalho na actual legislatura, "além de falta de seriedade, dá ainda a ideia de que, por qualquer posto de trabalho criado, ainda temos de agradecer ao Governo".

Para Manuela Ferreira Leite, se os 150.000 postos de trabalho anunciados o foram em termos brutos e não líquidos isso representa uma "desonestidade total", pelos empregos que são destruídos.

A presidente do PSD advertiu os trabalhadores social-democratas de que, a prosseguir a actual política económica, "não augura melhores dias".

MLL.


Lusa/fim

Correio da Manhã

27 Setembro 2008 - 15h45

Manuela Ferreira Leite

PSD critica nova ligação entre Lisboa e Porto

Manuela Ferreira Leite criticou este sábado, em Santarém, a construção de uma segunda ligação rápida entre Lisboa e Porto, considerando que não traz vantagens em termos de competitividade.

No Concelho Nacional dos Trabalhadores Sociais-Democratas, a líder do PSD afirmou que a Auto-Estrada do Litoral, a terceira alternativa na ligação entre as duas maiores cidades portuguesas, “dá zero de aumento de competitividade” e que, ao construir a via, “é necessário endividar-se, o que quer dizer que se está a retirar crédito a quem precisa dele”.

Ferreira Leite acusou ainda o Governo socialista de destruir postos de trabalho e a maltratar as Pequenas e Médias Empresas.

“Quando o Estado tem uma política em que o crescimento é feito à base do investimento do próprio Estado, tomando a iniciativa de investir e de absorver o crédito para si, não cria riqueza nem emprego”, defendeu a líder ‘laranja’, acrescentando que as obras anunciadas pelo Executivo “não criam riqueza no País” e “só aumentam o fosso na distribuição do rendimento”.

A dirigente do PSD afirmou ainda que, se houver “um mínimo de bom senso”, o Governo não deixará de aceitar a proposta feita esta semana pelos sociais-democratas no Parlamento, para que o pagamento do IVA pelas empresas seja feito não no momento de entrega da factura mas no momento do pagamento.

Diário Digital


Política

sábado, 27 de Setembro de 2008 | 17:56

Ferreira Leite critica segunda auto-estrada entre Lisboa e Porto

Ferreira Leite discorda que seja construída uma segunda auto-estrada entre Lisboa e Porto.

Para a líder do PSD, a via não irá aumentar a competitividade do país mas antes criar mais dívidas numa altura em que Portugal arrisca dificuldades financeiras.

Ferreira Leite, que falava no encerramento do Conselho Nacional dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD), em Santarém, defendeu que a construção de uma terceira alternativa de ligação entre Lisboa e Porto «é um erro» e «dá zero de aumento de competitividade» ao país, «não cria empregos, não cria nada». «Ao dar zero de aumento de competitividade aquilo que faz é que para construir essa estrada é necessário [o país] endividar-se, para endividar-se está a retirar crédito a quem precisa dele», argumentou, citada pela TSF.

A líder social-democrata advertiu ainda para as consequências da crise financeira internacional nas pequenas e médias empresas (PME) portuguesas. Sublinhando que o país «não tem bancos a falir», Ferreira Leite advertiu, por outro lado, que Portugal tem «um problema de crédito escasso e caro».

 

 

sábado, 27 de Setembro de 2008 | 17:56

Ferreira Leite critica segunda auto-estrada entre Lisboa e Porto

«Quando o Estado tem uma política em que o crescimento é feito à base do investimento do próprio Estado, tomando a iniciativa de investir e de absorver o crédito para si, não cria riqueza nem emprego», afirmou, considerando que as obras anunciadas pelo Governo «não criam riqueza no país» e «só aumentam o fosso na distribuição do rendimento».

Ferreira Leite disse que, se houver «um mínimo de bom senso», o Governo não deixará de aceitar a proposta feita esta semana pelo PSD no Parlamento, para que o pagamento do IVA pelas empresas seja feito não no momento da entrega da factura mas no momento do pagamento.

Diário Digital / Lusa

 

PSD: Ferreira Leite adverte para consequências da crise financeira nas PME

2008-09-27

Santarém, 27 Set (Lusa) -- A presidente do PSD advertiu hoje para as consequências da crise financeira internacional nas pequenas e médias empresas (PME), porque o país "não tem bancos a falir", mas tem "um problema de crédito escasso e caro".

Falando no encerramento do Conselho Nacional dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD), em Santarém, Ferreira Leite advertiu para as consequências das dificuldades de sobrevivência das pequenas e médias empresas no que respeita ao emprego.

Afirmando que o endividamento do país faz com que o crédito para as empresas fique "escasso", e portanto caro, Manuela Ferreira Leite advertiu que as PME são as mais afectadas, o que tem consequências no emprego.

"Quando o Estado tem uma política em que o crescimento é feito à base do investimento do próprio Estado, tomando a iniciativa de investir e de absorver o crédito para si, não cria riqueza nem emprego", afirmou, considerando que as obras anunciadas pelo Governo "não criam riqueza no país" e "só aumentam o fosso na distribuição do rendimento".

Manuela Ferreira Leite disse que, se houver "um mínimo de bom senso", o Governo não deixará de aceitar a proposta feita esta semana pelo PSD no parlamento, para que o pagamento do IVA pelas empresas seja feito não no momento da entrega da factura mas no momento do pagamento.

MLL.

Lusa/fim


Economia

Líder do PSD alerta para os efeitos da crise financeira nas PME

Manuela Ferreira Leite

RTP Novo ataque da líder do PSD à política do Governo

 

Manuela Ferreira Leite afirmou que as Pequenas e Médias Empresas (PME) são as mais afectadas pela crise financeira mundial porque Portugal “tem um problema de crédito escasso e caro”.

No encerramento do Conselho Nacional dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD), a líder do PSD acusou o Governo de “absorver o crédito para si”.

“Quando o Estado tem uma política em que o crescimento é feito à base do investimento do próprio Estado, tomando a iniciativa de investir e de absorver o crédito para si, não cria riqueza nem emprego”, disse a líder do PSD.

O endividamento do país, acrescentou, torna “escasso” o crédito para as empresas, com consequências no emprego.

Manuela Ferreira Leite afirmou ainda que as obras anunciadas pelo Governo “não criam riqueza” e “só aumentam o fosso na distribuição do rendimento”.

“Governar por anúncios”

Ferreira Leite disse no encontro dos TSD que o Governo, em vésperas de eleições, não mostra obra “porque senão teria de mostrar as estatísticas, que são um desastre”.

“Em vez disso, anuncia que vai fazer e já chegou ao extremo de anunciar que vai anunciar”, disse Ferreira Leite, referindo-se ao ministro das Finanças, “anunciando que vai anunciar” medidas para a regulação do mercado financeiro.

RTP

2008-09-27 18:56:24

 

27-09-2008 - 16:45h

Criação de 133.700 empregos é «mistificação»

TSD apontam ainda outra «engenharia» do Governo para criar mais empregos

Por: CP


* Mais de 19 mil empregos perdidos no Governo PS


Os Trabalhadores Social-Democratas (TSD), que se reuniram em Conselho Nacional este sábado, «desmistificaram» o anúncio do primeiro-ministro de criação de 133.700 dos 150.000 postos de trabalho prometidos para a legislatura.

O secretário-geral dos TSD, Arménio Santos, disse à Lusa que o estudo realizado, «com base em dados estatísticos», visou demonstrar que José Sócrates «está a falsear números» e «a reclamar para si criação de emprego a que o Governo é alheio».

«O primeiro-ministro anunciou que, desses 150.000, foram já criados 133.700 postos de trabalho, mas na realidade eles correspondem na sua maioria a situações de sub-emprego», afirmou.

Segundo disse, numa comparação dos números de portugueses a trabalhar no estrangeiro no primeiro trimestre de 2005 (27,5 mil) com os relativos ao segundo semestre de 2008 (63,3 mil), os TSD concluíram que «há mais 36.000 pessoas a trabalhar no estrangeiro», sobretudo na Galiza, Badajoz e Ayamonte.

QREN faz parte da «estratégia» para criar mais empregosz

Por outro lado, há 28.000 pessoas a trabalhar entre uma a dez horas por semana e 40.000 empregadas a tempo parcial, fazendo com que sejam consideradas activas.

A esses números, os TSD acrescentam as 29.700 pessoas a trabalhar em centros comerciais e call centers.

«Tudo somado dá os 133.700 postos de trabalho anunciados» pelo Governo, afirmou, considerando que o que o primeiro-ministro invocou «como um grande feit» não é mais que «uma mistificação, uma mentira».

Arménio Santos apontou «outra engenharia» em curso com as verbas do QREN. Segundo disse, o Governo atribuiu os primeiros 2.500 milhões de euros, dos 8.000 milhões para formação, pelas escolas e instituições que fazem formação profissional, porque os desempregados e jovens que frequentem essas acções tornam-se activos reduzindo os números do desemprego nas estatísticas.

«Esta estratégia de recorrer ao QREN é uma forma administrativa e de engenharia habilidosa para fazer descer o desemprego», afirmou.

 

 

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