GREVE GERAL TIMORATA Vs. RESPOSTA SOCIAL-DEMOCRATA DE UNIDADE E ESPERANÇA PARA PORTUGAL


Sobre a Greve Geral da passada quinta-feira não existiram surpresas. O facto de ter sido declarada unilateralmente e por motivos de natureza política fez com que, a mesma, fosse um rotundo fracasso como aliás era expectável.
Quando uma central sindical banaliza um direito laboral e constitucional, os trabalhadores deste país reagem com indiferença e encaram o dia da paralisação como um dia normal de trabalho. A CGTP e o seu novo líder prestaram um péssimo serviço ao mundo laboral e ao movimento sindical fragilizando a sua importância social e o instituto da greve.
Por seu lado, a maioria dos portugueses, podendo discordar pontualmente das medidas que o Governo tem tomado e podendo até estar insatisfeita com a situação entende, como pessoas de bom senso, que não há caminho alternativo em função da difícil conjuntura financeira, económica e social a que o país chegou e que só através de reformas corajosas será possível trilhar o difícil caminho de saída da crise.
De resto este flop da CGTP marca, paradoxalmente, o sucesso dos parceiros sociais responsáveis que souberam por de lado as suas divergências e firmar o Compromisso Tripartido para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego que lança as bases reformistas para a saída da crise no final de 2012.

Relativamente ao XXXIV Congresso do PSD, que decorreu no passado fim-de-semana, importa salientar, na perspetiva da nossa estrutura, o reforço da coesão interna do PSD. Aqueles que pensavam que o mesmo iria ser protagonizado por divergências internas relativamente às políticas do Governo, mormente a Reforma Administrativa Autárquica, devem ter saído desiludidos com a forte demonstração de unidade interna do Partido.
Os TSD gostariam de destacar o discurso de encerramento de Pedro Passos Coelho onde envia uma mensagem de esperança aos portugueses de que, graças ao empenho coletivo de todos os portugueses conseguiremos passar este autêntico Cabo das Tormentas com que estamos confrontados em virtude das políticas irresponsáveis e ruinosas que foram seguidas em Portugal.

Lisboa, 27 de Março de 2012

Pedro Roque Oliveira
  Secretário Geral

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