Em Alcochete, Secretário-Geral dos TSD participa em debate com o Secretário de Estado Emprego

O dirigente dos TSD comentou ainda a greve geral dos transportes, referindo que “ao contrário do que seria expectável e do que seria normal, esta não teve a adesão esperada dos trabalhadores”, considerando que estes “já não são tão instrumentalizados pelo PCP e pelos sindicatos”.

“A greve é um direito, mas não pode ser banalizável, como alguns sindicatos e como uma certa intersindical querem fazer crer”, acrescenta.

Pedro Roque defende que com as alterações introduzidas ao código laboral, “estão criadas condições de competitividade e para o crescimento do emprego, permitindo que, passada esta fase difícil, se possa estancar o desemprego, e colocar o país a crescer com mais e melhor emprego”.

Por seu turno, Pedro Martins, Secretário de Estado do Emprego, sublinhou que o acordo alcançado em concertação “assegura que as reformas mais importantes para o País serão implementadas e que Portugal vai ultrapassar os desafios que tem pela frente”.

Para a coordenadora do Gabinete de Estudos da Distrital de Setúbal do PSD e deputada, Mercês Borges o consenso alcançado através do acordo obtido em concertação social é muito importante para o futuro de Portugal. “É nos consensos que se geram mudanças. Isto vai ajudar Portugal a sair da maior crise das últimas décadas, combatendo o flagelo do desemprego. Acima de tudo temos que ter a capacidade de nos renovarmos”, refere.

O presidente da Distrital de Setúbal do PSD e deputado, Pedro do Ó Ramos considera que este é um acordo “bastante importante para o País, para as empresas e para os trabalhadores, procurando auxiliar aqueles que se encontram há mais tempo no desemprego, mas também dando mais oportunidades para os jovens. Visa premiar a competência e qualidade dos trabalhadores”.

06 de Fevereiro de 2012

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