Para os TSD, Carlos César “é o recordista do desemprego e o principal responsável pela degradação social que perpassa na Região”, não se trata de fruto acaso e “menos ainda, como despudoradamente o presidente do Governo regional afirma, uma consequência das políticas da República e das decisões do sector bancário”.
Foi também anunciado que em oito anos esta taxa de desemprego quadruplicou, sendo consequência “directa da má governação, de medidas avulsas, improvisadas e inconsequentes”.
De nada vale comparar esta situação no Arquipélago com a situação vivida noutras parcelas do território nacional, como referiu os TSD, recordando que o líder do Governo açoriano “irresponsavelmente e sem fundamentos se vangloria dos seus investimentos e do estado das suas contas públicas”.
Os trabalhadores e açorianos em geral, como foi apontado neste comunicado, “arriscam-se a pagar duplamente a crise, a pagar a factura deixada por Sócrates e mais o que César lhe acrescenta, sem sabermos exactamente a verdadeira dimensão dessa factura”.
JornalDiario