AO TRABALHO, EM NOME DE PORTUGAL!



Face à difícil situação financeira, económica e social que o país atravessa entendemos que a sua credibilidade, enquanto líder partidário e enquanto ser humano, fez toda a diferença aos olhos dos eleitores que nele expressivamente confiaram para conduzir os destinos de Portugal nesta hora tão difícil da sua História.

Os TSD saúdam, de igual modo, o elevado sentido patriótico demonstrado, conducente ao acordo político firmado, que está na base da coligação governamental entre o PSD e o CDS-PP e que permite um apoio maioritário claro a nível parlamentar, fundamental para que a ação governativa possa ser conduzida com eficácia.

Os TSD representam uma forma peculiar de militância do PSD, que se radica no mundo do trabalho e no movimento sindical. Os seus quadros, aos mais diversos níveis, estiveram entusiasticamente na linha da frente do combate eleitoral, quer como candidatos integrantes das listas do PSD, quer como simples militantes, acreditando na excelência das suas propostas e no facto de, mais uma vez na nossa História coletiva recente, caber ao PSD o papel determinante e estratégico de resgatar Portugal em termos financeiros, económicos e sociais.

A magnitude das tarefas que esperam o novo Governo é de tal monta que entendemos ser condição sine qua non que todos os portugueses possam cerrar fileiras em torno do país. Preocupa-nos a recuperação financeira e económica mas, porque a mesma é instrumental, preocupa-nos acima de tudo a coesão social, determinante para um país mais justo e fundamental para levarmos de vencida os enormes desafios que todos temos por diante enquanto nação.

Assim, consideramos determinante que a aplicação das metas estabelecidas no “Memorando de Entendimento” obtenha o maior consenso possível no Parlamento e que nesse processo se extravasem os próprios limites da coligação governamental já que foi o Partido Socialista, enquanto Governo, que negociou e assinou este documento devendo, desse modo, ser consequente e honrar os seus compromissos.

Em termos sociais importa também, ao nível do movimento sindical, que se separem as águas entre aqueles sindicatos e centrais que, através de uma postura construtiva e do diálogo, pretendem ajudar a reerguer o país e os que, pelo contrário, por uma questão de irredutibilidade ideológica, apenas querem contribuir para o agravamento das dificuldades através da radicalização de processos de luta inconsequentes.

Será fundamental privilegiar o diálogo, a negociação colectiva e a concertação social e, todos os parceiros sociais, seja o Governo, sejam as confederações sindicais ou patronais deverão, sem abdicarem dos seus princípios constituintes, tentar convergir num esforço patriótico de concertação estratégica em nome de Portugal.

Cumprir e respeitra os compromissos assumidos no “Memorando de Entendimento” é defender os trabalhadores e o emprego.


Lisboa, 18 de junho de 2011



Pl'o Secretariado Nacional dos TSD

Pedro Roque Oliveira
Secretário-Geral

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