PASSOS COELHO ELEITO PRIMEIRO-MINISTRO RESPIRA-SE JÁ UM AR MAIS SAUDÁVEL EM PORTUGAL

Os portugueses, chamados a escolher o seu destino colectivo, expressaram-se de modo claro ao optarem por Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro virando, desse modo, uma página da governação lamentável a todos os títulos e responsável pelo estado calamitoso a que o país chegou seja do ponto de vista financeiro, económico, social e até ético. De facto Portugal encontrava-se exangue e à beira do incumprimento financeiro e só o resgate internacional evitou o pior para todos, sobretudo para os trabalhadores e pensionistas.
Importa agora formar um governo patriótico, ancorado numa maioria estável em que, nas questões fundamentais e estratégicas, o próprio Partido Socialista deverá assumir as suas responsabilidades parlamentares já que decorreu sob a égide da sua governação a negociação e assinatura do Memorando de Entendimento com a Troika constituída pela UE, FME e BCE.
Está assim constituída, a nível do novo Parlamento, uma esmagadora maioria sociológica que aposta na construção do futuro colectivo em torno do projecto europeu, da moeda única e da economia social de mercado que se encontra alicerçada nos partidos políticos democráticos e correspondente a cerca de 80% do eleitorado. O futuro imediato exigirá de todos, seja destes partidos, seja dos parceiros sociais, um esforço colectivo e patriótico de convergência e, desse modo, superar as dificuldades com que, colectivamente, estaremos confrontados.
Importa acima de tudo, na perspectiva dos TSD, respeitar os compromissos assumidos com a Troika e, em simultâneo, salvaguardar a coesão social dando as respostas adequadas para impedir que as famílias possam cair em situações de indigência procurando, em paralelo, lograr um clima propício à confiança dos agentes económicos e dos mercados e, desse modo, possibilitar o crescimento económico já que esse é o único garante do progresso social e do emprego.
Será assim fundamental que, ao mesmo tempo que se garantam as condições políticas indispensáveis para a governação estável, se avance para uma concertação social estratégica entre o Governo e os parceiros verdadeiramente responsáveis ao nível sindical e empresarial.
O caminho é estreito mas os portugueses como noutros momentos históricos difíceis estarão à altura das circunstâncias e saberão, num esforço colectivo e patriótico, vencer as dificuldades.
Da parte dos TSD, seja dos seus deputados eleitos e integrantes do novo Grupo Parlamentar do PSD, seja dos seus inúmeros dirigentes sindicais, haverá todo o empenho nesse desígnio colectivo, a bem de Portugal.

Lisboa, 8 de Junho de 2011

Pelo Secretariado Executivo


Pedro Roque Oliveira
Secretário Geral

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