Manifesto aos Trabalhadores Portugueses

PORTUGAL ESTÁ HOJE BEM PIOR DO QUE NO PASSADO RECENTE
O actual governo socialista, apesar de minoritário, beneficiou de todas as condições para poder cumprir o seu programa através da compreensão do PSD e dos Parceiros Sociais em nome do superior interesse nacional.
Ao invés, o governo de José Sócrates, não cumpriu as promessas eleitorais feitas aos portugueses – aumentou os impostos, reduziu os salários da Administração Pública, agravou o desemprego e acentuou o nosso atraso face aos parceiros europeus.
Porém, todos estes sacrifícios impostos aos portugueses foram em vão e tornou-se inevitável o resgate financeiro internacional para fugir à bancarrota.
Portugal está pior do que em 2005 e 2009 e é hoje um país empobrecido e sem esperança.
Com desfaçatez e, em véspera de eleições, José Sócrates traja de novo a pele de cordeiro, negando a sua prática de seis anos e prometendo que no futuro tudo será diferente. Ora, quem nos conduziu a esta situação desgraçada do ponto de vista financeiro, económico e social, não tem condições para continuar a conduzir os destinos do país e nos fazer sair dela já que tal exige coragem, honestidade e competência.

CRIAR RIQUEZA E REDUZIR O FLAGELO DO DESEMPREGO
O desemprego de cerca de 700.000 pessoas é o flagelo social mais visível da medíocre governação socialista.
Mas só com a economia a funcionar bem podemos criar mais emprego. Tal exige reformas estruturais e políticas coerentes nas áreas do investimento, educação, formação e novas tecnologias, novas mentalidades empresariais e modernização das estruturas produtivas.
O emprego não se cria por decreto. De facto, criar emprego é, em primeira instância, criar a riqueza que permitirá criar esse emprego.
A economia só crescerá quando se tornar mais competitiva e, para isso, será necessário que, as políticas públicas criem essas mesmas condições. Só um governo competente será capaz de dotar a economia dessas condições e, assim, gerar emprego.

VALORIZAR O DIÁLOGO SOCIAL
Será importante nesta fase de ajustamento estrutural, crucial para Portugal, assegurar também a coesão social.
A negociação colectiva é um instrumento importante no mercado de trabalho. Os acordos livremente celebrados entre as partes contribuem para a necessária adaptabilidade interna das empresas e para a paz social, factores essenciais para o sucesso de qualquer empresa ou sector de actividade.
De igual modo ser importante reforçar o papel da Concertação Social, envolvendo a participação dos Parceiros Sociais nas reformas estruturais necessárias ao cumprimento do Plano de Ajustamento subjacente à ajuda internacional.

IMPORTA CERRAR FILEIRAS E VENCER AS DIFICULDADES
Apesar deste cenário dramático não nos podemos resignar.
Nos últimos 16 anos, Portugal foi governado durante cerca de 13 anos e meio pelo PS. Neste mesmo período de tempo a maioria dos nossos parceiros europeus avançou mas o nosso país estagnou.
Portugal já viveu tempos de crescimento superior à média da União Europeia. É possível voltarmos a convergir com a Europa já que, só assim, poderemos combater o flagelo social do desemprego.
É firme convicção dos Trabalhadores Social-Democratas que o projecto político do PSD é o mais capaz para, colectivamente, vencermos os obstáculos que temos pela frente e que, com as políticas correctas, honestidade, trabalho e capacidade empreendedora, seremos capazes de reverter a situação e tornar Portugal um país mais próspero, no qual todos sintamos alegria e orgulho de viver e capaz de assegurar aos nossos filhos um futuro promissor.
Portugal merece um novo ânimo, necessita de recuperar a confiança na política e precisa de um rosto credível, íntegro e competente a chefiar o próximo Governo.

VOTAR POR PORTUGAL
No próximo dia 5 de Junho nenhum português pode inibir-se de contribuir para o futuro do país. Todos estaremos convocados para tomarmos nas nossas mãos o  destino colectivo não bastando, para isso, criticar mas exercendo plenamente a nossa cidadania através do direito de voto.
O voto de cada um de nós é fundamental.
Será importante que possamos eleger um primeiro-ministro capaz de liderar a mudança que desejamos e merecemos e capaz de tornar Portugal um país mais próspero e justo.

Esse primeiro-ministro será Pedro Passos Coelho.

Lisboa, 7 de Maio de 2011
O Secretariado Nacional

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