José Sócrates deseja chumbo do OE

O descontrolo das contas públicas e do nosso endividamento externo, o fiasco de todas as medidas governativas destinadas a inverter essa tendência, a perda de credibilidade externa do Estado Português e do Primeiro Ministro, são factos objectivos que demonstram que o governo não tem capacidade para enfrentar os graves problemas com que Portugal hoje se confronta.
As linhas do Orçamento de Estado já divulgadas, apesar da sua dureza, não parecem inspirar confiança a ninguém – nem aos portugueses, que são atingidos por elas, nem aos mercados.
Ninguém acredita no governo, porque o governo tem feito tanta promessa e tem fracassado tanto, que poucos o podem levar a sério.
O governo não inspira confiança e esta é determinante para o êxito das políticas.
O governo não revela um rumo, uma estratégia, que permita aos investidores e às pessoas perceberem qual o futuro que as espera.
O governo diz hoje uma coisa e amanhã o seu contrário, numa clara prova de que está desnorteado e não controla as políticas e as contas públicas.
O chumbo do Orçamento do Estado é o pretexto que José Sócrates, no fundo, mais deseja para bater com a porta e fugir do buraco para que conduziu o País, com a pele de vítima, que é aquilo que ele melhor sabe fazer.
Mas, os portugueses, e de um modo especial os trabalhadores, estão atentos ao sentido de responsabilidade do governo e ao seu verdadeiro empenho em construir compromissos que viabilizem o OE 2011 e recoloquem Portugal nos caminhos do equilíbrio das contas públicas e do relançamento da economia.

Lisboa, 12 de Outubro de 2010.

                                                              O Secretariado Executivo

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