O sindicalista adiantou que a produção da unidade da Guarda vai ser deslocalizada para a fábrica da Delphi de Castelo Branco e para a Polónia.
Para terça-feira está marcada nova reunião na fábrica da Guarda entre a administração e os sindicatos, para discussão de pormenores relacionados com o despedimento dos 321 trabalhadores da Guarda.
Segundo o sindicato, o encerramento da fábrica da Guarda é justificado pela administração da empresa com a falta de encomendas devido à crise económica.
Vitor Tavares disse que a decisão apanhou os operários e os sindicatos de surpresa porque a "última leva de despedimentos foi para tornar a empresa viável e isso não se veio a concretizar".
O sindicalista mostrou-se preocupado com o futuro dos trabalhadores, admitindo que "não se prevê muito risonho" devido à falta de emprego na região.
À saída do turno das 15.30 horas muitos trabalhadores recusaram prestar declarações aos jornalistas e alguns não esconderam lágrimas nem a revolta!
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